Ônibus elétricos: o que podemos esperar para os próximos anos?

Até 2038, estima-se que nenhum ônibus, na cidade de São Paulo, emitirá gás carbônico fóssil. Antes disso, até 2024, a prefeitura deve ter 20% da frota de ônibus elétricos, com base na Lei de Mudanças Climáticas – hoje, há menos de 2%. A meta é acabar com a emissão do poluente, que causa impactos negativos no meio ambiente, na saúde e ainda contribui para o aquecimento global.

Atualmente, a eletrificação automotiva tem ganhado cada vez mais relevância e importância, não só pela diminuição na emissão de gases de efeito estufa, mas também por contribuir positivamente com o desenvolvimento sustentável das cidades. Além disso, quanto maior a eficiência dos veículos elétricos, maior é o leque de possibilidades de automação e soluções que podem ser exploradas.

A Mercedez-Benz, por exemplo, acredita que, em dois anos, haverá uma demanda de três mil ônibus elétricos no Brasil, sendo que São Paulo, a princípio, deverá ter a maior parte em operação, chegando a 2.600 unidades. Porém, a capital paulista não é a única que vai se beneficiar. Outras cidades, como Curitiba, Goiânia, Rio de Janeiro e Salvador, também devem ampliar a quantidade de veículos que contam com essa tecnologia nos próximos anos.

A expectativa, em pouco tempo, é que a gente consiga ver mais ônibus elétricos rodando pelas vias!
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